Por Geovanna Domingos

sábado, 31 de outubro de 2015

Procura-se: Sequestrador de Corações.

Dói muito perceber que, depois de tanto tempo, eu não consegui te esquecer. Ainda desejo o seu abraço, me perco pensando no seu beijo, brigo comigo mesma, por ser tão idiota. Aqueles caras nunca deram certo, aquelas mensagens trocadas na madrugada com eles, perto do que eu sinto por você, não significaram nada. Me arrepiei só de ouvir a sua voz, ela mudou um pouco desde a última vez que a ouvi, está mais grossa. Ironicamente você e meu pai estão se dando bem, conversando sobre escola e trabalho, quem vê de longe parece até que vocês são "chegados". Desde aquela noite não consegui parar de pensar em você, o meu sentimento não diminuiu nesses últimos meses frios e silenciosos, uma prova disso é que meu coração bate mais rápido e mais forte quando você está por perto. Minhas amigas dizem que estou louca, cometendo um grande erro apostando em você de novo, como se eu estivesse pedindo para ser iludida e magoada, e talvez seja verdade. Perdi as contas de quantas vezes eu já peguei no sono chorando, sentindo uma dor no coração, um misto de saudade, medo, insegurança, felicidade e deja vu. É difícil ver que dos meus treze anos para cá eu não evolui nadica de nada em relação a você. Doeria muito te ver com outra pessoa agora, saber que você seguiu em frente e eu não. Ver no seu status um trecho da música do Onze 20 "Deus é que me livre ficar sem você. Fica do meu lado que não falta amor" me faz ficar em uma ansiedade, anciando, que esse amor seja meu, que essa história seja minha, seja nossa. Agora eu sei porque nunca dava certo com os outros caras, porque eu não conseguia me apaixonar por eles, ou levar as coisas adiante, meu coração não estava aqui para se apaixonar, ele estava com você, ou melhor ainda está, como refém, guardadinho no seu bolso direito. Será que o seu coração está comigo?

O nosso bagunçado

As pessoas mudam. Os gostos, as opiniões, o jeito de se vestirem e até o que elas sentem. Um dia estão amando imensamente, como se não houv...